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Tragédia no Arco Metropolitano: Menina de 3 Anos Morre Após Ser Baleada em Ação da PRF

Uma tragédia abalou o Rio de Janeiro na última semana. Heloisa, uma menina de apenas três anos, morreu após ser atingida por tiros disparados por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Arco Metropolitano, na Baixada Fluminense. O caso gerou revolta e comoção nacional, reacendendo o debate sobre a violência policial no Brasil.

Baleada a Caminho de Casa

Heloisa estava no carro da família, a caminho de sua casa em Petrópolis, quando a viatura da PRF começou a segui-los. Ao chegarem na altura de Seropédica, os agentes abriram fogo contra o veículo, mesmo após o pai da criança, William Silva, dar sinal de parada. No carro, além da menina, estavam seus pais, uma irmã de oito anos e uma tia.

Após o ataque, a criança foi levada às pressas para o Hospital Municipal Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, onde permaneceu internada na UTI. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos – com perfurações no ombro e na nuca –, ela não resistiu.

Investigações em Andamento

O caso está sendo investigado pelo Ministério Público Federal, pela Polícia Federal e pela Corregedoria-Geral da PRF. O agente Fabiano Menacho Ferreira admitiu ter efetuado os disparos, alegando que ouviu tiros antes de reagir. No entanto, essa versão contradiz relatos do pai de Heloisa e de uma testemunha que acompanhava a ação.

Além da conduta dos policiais envolvidos, outro ponto que chamou a atenção das autoridades foi a presença de um agente da PRF na UTI onde Heloisa estava internada. O policial, identificado apenas como Milton, entrou no local sem autorização e sem se identificar, o que levantou suspeitas sobre uma possível tentativa de intimidação.

Policiais Afastados e Armas Recolhidas

Os três policiais envolvidos na ação foram afastados, e a arma usada no crime foi apreendida para perícia. O procurador responsável pelo caso, Eduardo Benones, determinou também o recolhimento de todas as armas dos agentes envolvidos para serem analisadas pela Polícia Federal.

Em resposta à tragédia, Liamara Cararo Pires, responsável pela área de direitos humanos da PRF, afirmou que a morte de Heloisa “vai contra as diretrizes da corporação”. No entanto, para a família da vítima, as palavras não aliviam a dor e o desejo por justiça.

Histórico de Violência da PRF no Rio

O caso de Heloisa não foi um evento isolado. Apenas dois meses antes, Anne Caroline Nascimento Silva, de 23 anos, também foi morta por disparos da PRF em Duque de Caxias. Na ocasião, seu namorado relatou que os policiais abriram fogo contra o carro onde estavam, sem qualquer motivo aparente.

Esses episódios levantam questionamentos sobre os protocolos de abordagem da PRF e reforçam a necessidade de uma investigação rigorosa e de mudanças na atuação da corporação. Enquanto isso, a família de Heloisa se despede de sua filha, marcada pela dor de uma perda irreparável e pelo clamor por justiça.

 

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