Past0r c0nfessa ter matad0 ad0lescente de 13 an0s por causa de p…veja mais
A dor de perder um filho de forma brutal é uma ferida que jamais cicatriza. Para a família da adolescente Stefany Vitória Teixeira Ferreira, de apenas 13 anos, a tristeza se mistura à revolta ao descobrir que a jovem foi assassinada de maneira cruel por um motivo banal. O crime chocante escancarou a fragilidade da segurança de jovens e reacendeu o debate sobre a confiança em líderes religiosos.
Crime Brutal e a Confissão do Pastor
O que parecia ser um dia comum terminou em uma tragédia inimaginável. Stefany saiu de casa para visitar uma amiga, mas nunca chegou ao seu destino. Dias depois, a polícia revelou que o responsável pelo assassinato era João das Graças Pachola, um pastor que deveria inspirar fé e confiança. O homem confessou ter matado a adolescente após um desentendimento, alegando que perdeu o controle quando Stefany supostamente deu um tapa em seu rosto.
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, o pastor, tomado pela fúria, estrangulou a jovem. Em seguida, colocou seu corpo no carro e o descartou em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte. O desaparecimento da menina mobilizou a comunidade, até que um casal denunciou ter visto um carro em atitude suspeita, com uma jovem aparentemente tentando escapar.
A Captura do Suspeito e a Busca por Justiça
O depoimento das testemunhas levou os investigadores até João das Graças Pachola, que foi encontrado escondido em uma casa em Contagem. Pressionado, o pastor confessou o crime e acabou sendo preso. A justiça decretou sua prisão preventiva e ele foi encaminhado ao Presídio Antônio Dutra Ladeira, onde aguarda julgamento.
A polícia segue investigando se a adolescente também foi vítima de abuso antes de ser assassinada. A possibilidade de mais um crime hediondo torna a tragédia ainda mais devastadora para a família de Stefany, que exige punição severa para o responsável.
Dor, Indignação e o Clamor da Sociedade
O caso gerou grande comoção e indignação, levando à discussão sobre a vulnerabilidade de crianças e adolescentes e o perigo da confiança irrestrita em determinadas figuras de autoridade. A brutalidade do crime expôs a necessidade urgente de mecanismos mais eficazes para proteger jovens de situações de risco.
Enquanto a família de Stefany enfrenta o luto irreparável, a sociedade clama por justiça. O Brasil, que já convive com altos índices de violência contra mulheres e crianças, precisa de respostas rápidas e medidas severas para evitar que tragédias como essa se repitam.